segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Chevrolet Cobalt é flagrado em avenida de São Paulo
Leitor fotografou carro na Marginal Pinheiros nesta segunda-feira (12).
Modelo foi desenvolvido pelo centro tecnológico da GM na América do Sul.
Indo ao trabalho nesta segunda-feira (12), na Marginal Pinheiros, sentido Interlagos, em São paulo, me deparei com uma novidade da Chevrolet. Aparenta ser uma versão sedã do Agile.
Nota da redação: a General Motors apresentou mundialmente o Chevrolet Cobalt no Salão de Buenos Aires, em junho passado, ainda como protótipo.
Desenvolvido no Brasil e inspirado no compacto Agile, o sedã tem design global, que inclui teto de vidro. Estima-se que o carro substituirá o Corsa Sedan e o Astra Sedan. Não há previsão de quando será lançado.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Chevrolet estuda a venda do Sonic no Brasil
Modelo conhecido como Aveo na Europa é fabricado na Coreia do Sul. GM aponta alíquota de importação como principal obstáculo.
O vice-presidente da General Motors do Brasil, Marcos Munhoz, confirmou que a Chevrolet quer vender no mercado brasileiro o modelo Sonic, chamado de Aveo na Europa. No entanto, Munhoz afirma que a importação deste modelo para o Brasil esbarra na alíquota de 35% sobre o preço do carro, o que pode inviabilizar sua comercialização.
"Ainda estamos estudando para ver se é viável financeiramente", disse o executivo ao G1. O Sonic é fabricado na Coreia do Sul e não vai ser produzido no Brasil, de acordo com Munhoz.
(Foto: Priscila Dal Poggetto / G1)
Se for comercializado por aqui, o hatch compacto premium ficará posicionado entre o Agile e o Cruze Hatch, que também está previsto para estrear no mercado brasileiro. Já a versão sedã ficaria acima do Cobalt. "O carro tem um amplo pacote de equipamentos de série."
Assim, o Sonic concorreria com Fit e City - ambos da Honda -, Volkswagen Polo e Ford New Fiesta. Ou seja, ele custaria ao redor de R$ 50 mil.
Aveo na Europa
O modelo feito na Coreia do Sul é vendido como Aveo na Europa e vem com motor 1.6 a gasolina ou 1.3 a diesel. A versão hatch sai por a partir de 11.990 euros (aproximadamente R$ 28 mil).
O modelo feito na Coreia do Sul é vendido como Aveo na Europa e vem com motor 1.6 a gasolina ou 1.3 a diesel. A versão hatch sai por a partir de 11.990 euros (aproximadamente R$ 28 mil).
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Teste: Cruze revive bons tempos da Chevrolet
Por RICARDO SANT'ANNA revista auto espote
A crise financeira global quase ofuscou o Salão de Paris em 2008. Meses depois, a General Motors mergulharia em sua maior crise e só sairia do fundo do poço graças ao socorro do governo americano. Porém, um sedã exposto no centro do seu estande ajudaria a mudar essa história mais adiante. O Cruze, um projeto sul-coreano, era a grande aposta da marca ao redor do globo para estancar a queda de vendas. E deu certo. O sedã virou o modelo da marca mais vendido nos EUA. Três anos depois, ele desembarca por aqui e se torna um verdadeiro oásis em meio à defasada linha da GM no país, com a missão de reviver os bons tempos de sedãs como Monzae Opala, algo que o Vectra não conseguiu. O Cruze chega a partir de R$ 67.900, preço elevado em relação à concorrência, mas com atributos suficientes para fazer o consumidor pensar na compra. O design exibe modernidade pouco encontrada nos outros carros daChevrolet no Brasil. Linha de cintura alta e faróis pontiagudos reforçam o espírito arrojado do sedã, sem perder a elegância. Tem estilo para ser querido tanto pelos jovens, como por pessoas maduras. As rodas aro 17 estão nas duas versões (LT e LTZ), mas com desenhos diferentes. Os pneus são os mesmos 225/50.
A suspensão do tipo McPherson na dianteira e semi-independente na traseira garante uma ótima rodagem aoCruze. Os impactos são muito bem absorvidos, sem ruídos ou incomodo que chegue aos ocupantes. Nas curvas, o modelo inclina pouco, apesar de ter uma condução pouco esportiva, até por conta da direção assistida e da suspensão macia. Silêncio é palavra de ordem para o sedã. O moderno motor 1.8 16V Ecotec trabalha bem e silenciosamente. O interior moderno exibe ótimo acabamento, com exceção do tecido aplicado sobre o painel nas versões de entrada. O console em forma de "Y" garante conforto para os ocupantes. O topo de linha tem como ponto positivo o sistema de partida por meio de botão. O porta-malas, segundo a GM, tem capacidade para transportar 450 litros de bagem.
Nas retomadas, a vantagem do automático é gritante. Enquanto o modelo de trocas manuais passa dos 60 aos 100 km/h em 10,1 s, o automático crava bons 6,9 s. Tudo isso sem trancos, com a vantagem da troca manual por meio da alavanca, caso o condutor prefira. Fica devendo apenas borboletas atrás do volante, o que o Civic dispõe há um bom tempo. Por ser importado, o conjunto de câmbio e transmissão gera um índice de nacionalização relativamente baixo: 60%. O restante é montado na fábrica de São Caetano do Sul (SP).
Sem revelar o mix de vendas, a Chevrolet acredita que a versão mais vendida seja a LT automática, com valor a partir de R$ 69.900. Assim como o manual, ela sairá de fábrica bem equipada: direção assistida, trio elétrico, ar-condicionado, controles de tração e estabilidade, airbags frontais e laterais, freios ABS e rodas aro 17. A versãoLTZ, topo de linha, só estará disponível com câmbio automático e custa R$ 78.900, sem opcionais. Traz maçanetas, retrovisores e friso traseiro cromados, airbags de cortina e uma central multimídia com tela de 7 polegadas no painel. O preço de fato é alto, mas talvez compense para quem busca algo realmente moderno. E mais adiante deversão surgir versões menos equipadas e mais acessíveis. A renovação da Chevrolet no Brasil, finalmente, começou.
Sedã parte de R$ 67.900 e tem atributos suficientes para que você pense duas vezes antes de comprar um japonês
A suspensão do tipo McPherson na dianteira e semi-independente na traseira garante uma ótima rodagem aoCruze. Os impactos são muito bem absorvidos, sem ruídos ou incomodo que chegue aos ocupantes. Nas curvas, o modelo inclina pouco, apesar de ter uma condução pouco esportiva, até por conta da direção assistida e da suspensão macia. Silêncio é palavra de ordem para o sedã. O moderno motor 1.8 16V Ecotec trabalha bem e silenciosamente. O interior moderno exibe ótimo acabamento, com exceção do tecido aplicado sobre o painel nas versões de entrada. O console em forma de "Y" garante conforto para os ocupantes. O topo de linha tem como ponto positivo o sistema de partida por meio de botão. O porta-malas, segundo a GM, tem capacidade para transportar 450 litros de bagem.
É de baixo do capô que se encontra um dos pontos fortes do sedã. A mecânica é infinitamente superior à do antigo propulsor 2.0 do Vectra. Rodando com etanol, o motor fabricado na Hungria rende 144 cv (etanol), ou 140 cv (gasolina). O torque máximo é de 18,9 kgfm a 3.800 rpm. Por se encontrar em uma faixa relativamente alta, o torque do Cruze não garante arrancadas fenomenais, mas também não deixa a desejar. A versão LT com câmbio manual de seis velocidades, importado da Áustria, sugere mais fôlego que o modelo com câmbio automático também de seis velocidades, este vindo do México. Na pista de testes, porém, a diferença é mínima. O manual chegou aos 100 km/ em 11,1 segundos, contra 11,2 s do automático.
| Cruze LT manual | Cruze LTZ automático | |
| 0 a 100 km/h | 11,1 s | 11,2 s |
| Retomada 40-80 km/h | 6,9 s | 5,1 s |
| Retomada 80-120 km/h | 13,3 s | 8,8 s |
| Frenagem 100-0 km/h | 42,5 m | 41,4 m |
| Frenagem 60-0 km/h | 14,6 m | 14,2 m |
| Ruído em ponto morto | 44,6 dB | 42,6 dB |
| Ruído a 120 km/h | 68,2 dB |
68,1
|
Nas retomadas, a vantagem do automático é gritante. Enquanto o modelo de trocas manuais passa dos 60 aos 100 km/h em 10,1 s, o automático crava bons 6,9 s. Tudo isso sem trancos, com a vantagem da troca manual por meio da alavanca, caso o condutor prefira. Fica devendo apenas borboletas atrás do volante, o que o Civic dispõe há um bom tempo. Por ser importado, o conjunto de câmbio e transmissão gera um índice de nacionalização relativamente baixo: 60%. O restante é montado na fábrica de São Caetano do Sul (SP).
Sem revelar o mix de vendas, a Chevrolet acredita que a versão mais vendida seja a LT automática, com valor a partir de R$ 69.900. Assim como o manual, ela sairá de fábrica bem equipada: direção assistida, trio elétrico, ar-condicionado, controles de tração e estabilidade, airbags frontais e laterais, freios ABS e rodas aro 17. A versãoLTZ, topo de linha, só estará disponível com câmbio automático e custa R$ 78.900, sem opcionais. Traz maçanetas, retrovisores e friso traseiro cromados, airbags de cortina e uma central multimídia com tela de 7 polegadas no painel. O preço de fato é alto, mas talvez compense para quem busca algo realmente moderno. E mais adiante deversão surgir versões menos equipadas e mais acessíveis. A renovação da Chevrolet no Brasil, finalmente, começou.
Link da reportagem: http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,EMI264548-15846,00-TESTE+CRUZE+REVIVE+BONS+TEMPOS+DA+CHEVROLET.html
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