terça-feira, 6 de abril de 2010

GM anuncia 20 lançamentos no Brasil até 2012

A Chevrolet prevê lançar no Brasil 20 novos modelos de automóvel até 2012. A informação é do vice-presidente da General Motors do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto. "Sim, a idéia é renovar toda a nossa linha, com mais veículos importados em nosso portfólio. Os modelos de maior volume serão fabricados aqui, enquanto os de menor traremos de fora", afirma o executivo.

Um dos exemplos, segundo adiantou o colunista de Interpress Motor Fernando Calmon (leia aqui), é a importação do sedã Malibu, que será uma das atrações da marca no Salão de São Paulo (30 de outubro a 9 de novembro).

Chevrolet Malibu - foto Divulgação
O Chevrolet Malibu, uma das possíveis apostas da GM no país

Segundo Pinheiro Neto, "o consumidor é quem vai dizer" que veículos deverão ser trazidos – ou seja, a empresa pretende intensificar as pesquisas de mercado. Outra idéia é trazer mais veículos do México, que se beneficiam do acordo de alíquota zero de importação.

Acompanhamos em Jambeiro (SP) o lançamento da linha 2009 da minivan Meriva

gasolina comum ou aditivada?




Quem abastece o carro já deve ter ficado pelo menos uma vez com a seguinte dúvida na hora de encher o tanque: gasolina comum ou aditivada?

Na maioria dos carros nacionais, a gasolina comum pode ser usada normalmente, embora seja preferível optar pela aditivada, que evita a carbonização de partes internas do motor por apresentar aditivos detergentes e dispersantes que exercem basicamente duas funções:
1 - Livrar de impurezas;
2 - Manter limpo todo o sistema por onde passa o combustível nos veículos (tanque, sistema de alimentação e válvulas do motor).

Limpo e lubrificado pelos aditivos, o motor é capaz de aspirar melhor a mistura ar-combustível e queimá-la com mais eficiência, o que se traduz em melhores números de desempenho e economia.

Aditivo não torna o motor mais potente
Ao contrário do que se pode pensar, a gasolina aditivada não torna o motor do carro mais potente. Suas propriedades apenas permitem que a combustão seja mais perfeita do que a da gasolina comum, fazendo com que o combustível tenha maior rendimento.

Nos carros equipados com injeção eletrônica, o uso da gasolina aditivada é mais recomendável, já que os componentes desse sistema precisam funcionar com o motor livre de impurezas. Os bicos injetores, por exemplo, devem estar sempre desobstruídos. Com a camada carbonizada no cabeçote, os sensores que detectam "batidas de pino" na câmara de combustão tendem a acusar o problema constantemente, prejudicando o desempenho. Já no caso dos modelos alimentados por carburador, de menor precisão, os efeitos causados pela gasolina comum são menos sensíveis.

Ao rodar com gasolina aditivada, os sistemas de alimentação dos veículos permanecerão mais limpos e em condições de bom funcionamento por mais tempo, diminuindo, assim, os gastos com consumo e manutenção do veículo.

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Calibragem dos Pneus





Seguinte... muitas pessoas não devem calibrar os pneus da maneira correta, então resolvi postar esse topico para ensinar o que descobri com um especialista em Pneus.

Então... quando vamos calibrar o pneu, o mesmo deve estar o mais frio possivel, e isso é muito importante, como vcs sabem quando o pneu esquenta o ar dentro dele se expande e quando fica frio comprime.... Agora ai q está o problema, segundo o q ESPECIALISTA DA MICHELIN me disse quando fui na loja deles, se vc rodar 1 KM a uma velocidade de uns 30km/h isso já é suficiente para o pneu esquentar e com o pneu quente a calibragem deve ser feita de outra maneira.

Segundo o Especialista da Michelin, com o pneu já quente, devemos mudar a calibragem, aumentando em 2 libras o valor q colocamos. Por exemplo, quando vou calibrar meus pneus com eles ja quentes, coloco 32 libras pois quando eles esfriam ficam com a calibragem correta que é de 30 libras com pneu frio.

Como esses pneus 15 e 16 tendem a ser esportivos, eles devem estar na calibragem ideal pois senao o desgaste dele será totalmente irregular, segundo o especialista da michelin.
to colocando uma informação q recebi de alguem q trabalha nessa area e que achei importante!!
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Saiba quais os maus hábitos que devem ser evitados ao dirigir





Normalmente, os novos motoristas chegam às ruas com algum conhecimento sobre legislação, noções de primeiros socorros e algumas formas de se colocar um veículo em movimento. É triste afirmar, mas, no Brasil, boa parte dos recém-habilitados aprende na raça mesmo (quando aprende), enfrentando o dia-a-dia do trânsito urbano. O problema é que, até que isso aconteça, uma quantidade absurda de vícios acaba sendo adquirida pelos novatos ao volante.

Para começar, muitos condutores têm o hábito de acionar o motor e partir com toda pressa do mundo. Tudo bem que a modernidade eliminou dinossauros como o afogador e o carburador, entre outras coisas, mas mesmo os veículos modernos precisam continuar estacionados por cerca de um minuto (dê uma conferida no manual do proprietário do seu carro), em marcha lenta, para que o óleo tenha tempo de lubrificar todas as partes móveis. É uma boa maneira de preservar a durabilidade do motor.
Também não é necessário esperar até que o motor atinja sua temperatura normal de funcionamento com o carro parado, como alguns desinformados gostam de fazer. Além de queimar combustível à toa, essa prática nada mais é que pura perda de tempo.

A lista de vícios ao volante segue com o carro já em movimento. “É muito comum encontrar motoristas que dirigem o tempo todo com o pé esquerdo apoiado sobre o pedal da embreagem. É prejuízo na certa. Além de desgastar o sistema prematuramente, isso pode até aumentar o consumo de combustível porque, dependendo do ‘peso’ do pé, o carro demora a arrancar e o condutor acaba acelerando mais para compensar essa lentidão”, explica instrutor de pilotagem defensiva do Centro Pilotagem Roberto Manzini.
Segundo o instrutor de direção, o pé esquerdo pode ser colocado no chamado “quarto pedal”, aquele apoio que fica bem ao lado do pedal da embreagem com espaço mais que suficiente. Se o veículo não oferece esse conforto, o assoalho é o lugar para o pé ficar em repouso, pelo menos enquanto não for necessário trocar de marcha.
Outro vício muito comum é a maneira de segurar o volante. Parece que cada um cria o seu estilo, quando o correto é manter as mãos na posição 9h15 – lembre-se da posição dos ponteiros do relógio. “É a forma mais segura de conduzir o carro. Quando usa as duas mãos para segurar o volante, o motorista consegue fazer manobras precisas e reagir mais rápido diante imprevistos no trânsito, que o obriguem a desviar de trajetória repentinamente para evitar um acidente”, diz o instrutor.
Quem prefere guiar com a mão aberta sobre o aro ou ainda com apenas uma das mãos no volante corre o risco de não conseguir escapar de uma situação perigosa no trânsito, que exija reflexo rápido. “A posição 9h15 é ainda mais importante para quem está conduzindo um modelo equipado com air bags. Em uma colisão frontal, a bolsa de ar protegerá normalmente o corpo do motorista que conduz dessa forma, mas quem dirige com uma das mãos no topo do volante, por exemplo, corre o risco de ter o próprio braço empurrado violentamente contra o rosto pelo air bag.”




O volante rende ainda outros vícios. Nas curvas, não é difícil ver condutores colocando uma das mãos na parte interna do aro. A manobra pode parecer mais fácil para alguns, mas é um perigo e tanto. “Algumas pessoas chegam a fraturar um dedo ou até mesmo o punho fazendo isso, o que pode acontecer quando os pneus passam por um buraco e movem o volante bruscamente no sentido contrário ao da curva”.
O instrutor explica como é o jeito certo de guiar nas curvas: gire o volante com as mãos na posição 9h15 e, antes que os braços se toquem – o que não pode acontecer em hipótese alguma –, o condutor deve tirar a mão inversa ao sentido da curva e posicioná-la no topo do volante (se a curva for para a esquerda, a mão direita é que deve ser deslocada).

Há ainda os que preferem colocar o braço esquerdo para fora – deixando para o direito as tarefas de controlar o volante e trocar as marchas – e os que ficam o tempo todo com a mão esquerda no volante e a direita, apoiada na alavanca do câmbio. “É mais uma prática que prejudica o poder de reação do condutor e que, para piorar, pode danificar a transmissão.”
A postura correta diante de volante e pedais é outro aspecto importante, tanto pela segurança quanto pelo conforto. Deixar o encosto do banco inclinado demais ou ficar quase colado à capa da buzina são posturas condenadas. Braços e pernas não podem estar esticados ou dobrados demais. “Para chegar à posição correta, o condutor deve colocar os pulsos sobre o topo do volante. Assim, seus braços ficarão flexionados na medida correta quando ele segurar o aro na posição 9h15” lembra o instrutor.

Conseqüentemente, as pernas também ficam levemente dobradas, mesmo quando são usadas para acionar os pedais – perna direita esticada para acionar o freio na iminência de uma colisão frontal é risco de fraturas que podem atingir até a bacia. O condutor deve ter esse cuidado também com os veículos que trazem ajustes de altura e profundidade para volante e pedais.

O trânsito também revela uma série de condutores que acreditam que são grandes pilotos. Eles adoram picos de velocidade: aceleram o quanto podem e depois usam o freio no último instante, com toda a força que têm. “Além de ser um risco para quem faz isso e, principalmente, para quem está ao redor, essa prática aumenta drasticamente o consumo de combustível e desgasta prematuramente as pastilhas e lonas de freio”, afirma o profissional instrutor.

O instrutor ainda lembra que o correto é elevar o giro do motor entre as rotações máximas de torque e potência para mudar para a próxima marcha. “Não há necessidade de acelerar tanto. E também não ajuda nada mudar as marchas com o motor trabalhando numa faixa de giros baixa demais, o que também aumenta o gasto de combustível.”

Dicas rápidas e importantes:
Evite rodar com o combustível na reserva, pois a sujeira acumulada no fundo do tanque pode entupir a linha de combustível e deixar o motor falhando;
Não se esqueça de calibrar os pneus do seu veiculo. Dedique pelo menos um dia da semana para dar uma breve atenção aos pneus do seu veículo, assim é possível evitar aumento de consumo, desgastes prematuros e problemas de dirigibilidade;
Não ignore os retrovisores e antes de mudar de faixa de rolamento, lembre-se de conferir se há algum veículo perto demais trafegando nessa mesma faixa;
Não se esqueça de dar setas, elas devem ser usadas. Muitos acidentes acontecem justamente porque muitos motoristas simplesmente não querem ter o trabalho de acionar a alavanca que está logo ali, na coluna de direção, bem perto da mão esquerda;
Não rode lentamente pela faixa da esquerda, essa faixa é usada para ultrapassagens; quem prefere velocidades distantes do limite não devem passear por ali, atrapalhando o trânsito.
Não “Queime” a faixa de pedestres. O motorista que faz isso só fica indignado com essa falta de respeito quando está no papel de pedestre, atravessando a faixa; o mau hábito é penalizado com multa.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

NOVO CLASSIC 2011.




A versão 2011 do Classic, líder do segmento dos sedãs 1.0, com mais de 1 milhão de unidades vendidas desde seu lançamento, vem com significativas alterações em seu design, em uma tentativa de ficar mais atraente e competitivo na categoria

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Na frente, os faróis ganharam novos contornos e incorporaram o pisca. O pára-choque foi redesenhado e o capô agora tem vincos marcantes. Na lateral, o paralama dianteiro agora conta com luz sinalizadora do pisca e os retrovisores e a maçaneta são da cor do carro.

Já na traseira, as lanternas invadiram o porta-malas, que ganhou uma nova tampa. O pára-choque também foi redesenhado.

Porém, as modificações foram apenas visuais. Na parte mecânica, nenhuma alteração. O motor VHCE 1.0 flex tem 78 cv com álcool e 77 cv com gasolina. De velocidade, o Classic faz de 0 a 100 km/h em 13,6s com álcool. Uma novidade foi a adoção da sigla LS, que será a única usada no automóvel, para se adaptar à nomenclatura usada pela GM no mundo.

De acessórios, o Classic agora conta com 26 no total. O proprietário pode escolher entre faróis de máscara negra, protetor de soleira, rodas de alumínio de 13 e 14 polegadas, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, calha de chuva, geladeira e até cabide.

O rádio digital com sistema Pósitron Digital Radio System (PDRS) é novidade na linha. Também oferecido como acessório, ele permite aos proprietários terem um canal exclusivo de notícias no visor do rádio, com informações sobre diversos assuntos, além de dicas de manutenção, previsão do tempo e relatórios sobre trânsito.

Com preços a partir de R$ 28.294,00, o novo Classic será produzido nas fábricas de São José dos Campos, São Caetano do Sul e em Rosário, na Argentina, para abastecer a demanda pelos veículos na América do Sul.